agora que, neste jogo de xadrez comigo mesma em que insistentemente me atraiçoo, não vejo outra saída que não seja ir embora, mais uma vez.
e depois, a permanente culpa de saber que estou a ser injusta, a eternidade das minhas indecisões, a incerteza do que quero e a certeza de não conseguir lidar com as consequências últimas de uma escolha, e acima de tudo, o medo de me despenhar, uma vez mais, no vazio imenso da minha inaptidão para viver.

Ÿ Nazif Topçuoglu